
Segundo as investigações, o grupo utilizava empresas do ramo veterinário para simular operações comerciais e colocar duplicatas falsas em circulação no mercado financeiro. Um dos presos seria responsável pela parte comercial e financeira do esquema, enquanto uma comparsa manipulava balanços contábeis para enganar investidores. O homem chegou a tentar negociar uma carteira fraudulenta de R$ 17 milhões e teria simulado um divórcio para transferir R$ 1 milhão em cotas de uma empresa e blindar o patrimônio.
De acordo com o delegado José Nélis, o esquema causou prejuízos a investidores, deixou nomes protestados por dívidas inexistentes e levou pequenos comerciantes à falência. Os três permanecem detidos e à disposição da Justiça, enquanto o DEPOM busca rastrear o dinheiro e identificar outros envolvidos.